29
maio

Poder Marítimo, Funções das Marinhas e Consciência Situacional Marítima: Uma Análise da Perspectiva Política Sobre a Concepção do Poder Marítimo

Poder Marítimo, Funções das Marinhas e Consciência Situacional Marítima: Uma Análise da Perspectiva Política Sobre a Concepção do Poder Marítimo

Dissertação de Mestrado – Pós-Graduação em Estudos Marítimos da Escola de Guerra Naval como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Estudos Marítimos

Autor: Vinícius Ricardo Ferreira Janick

RESUMO

Esta pesquisa tem por objetivo identificar algumas das maneiras como as Funções das Marinhas e, mais atualmente, também a Consciência Situacional Marítima, contribuíram para a concepção do Poder Marítimo dos Estados. O que Ken Booth e Eric Grove chamaram de “Funções das Marinhas” constitui um modo de categorizar as atividades que as Marinhas desempenham para perseguir os objetivos de seus respectivos Estados. Tais categorias são as funções militares, diplomáticas e de policiamento. Já o conceito de Consciência Situacional

Marítima é algo relativamente novo, e se refere ao domínio da informação relativa aos acontecimentos no ambiente marítimo que pode ser decisiva para assuntos estratégicos. Nesta pesquisa, o conceito de CSM foi, em um primeiro momento, associado às funções de policiamento. Partindo do término da Guerra Fria até o contexto atual, serão analisados documentos elaborados pelo governo federal dos Estados Unidos, representando um país desenvolvido de alcance global, e do Brasil, um país em desenvolvimento e de alcance regional.

Busca-se identificar, nestes documentos, indícios que demonstrem como os EUA e o Brasil interpretam as atividades desempenhadas por suas Marinhas na busca pelos objetivos no mar e, consequentemente, que Funções eram priorizadas. Não é intuito deste trabalho por os modelos dos EUA e o brasileiro em perspectiva comparada, contudo, estes podem ser contrapostos em momentos oportunos para evidenciar peculiaridades relevantes. No que tange ao marco teórico,

toma-se como ponto de partida a interpretação de Eric Grove, nomeadamente a de que, de uma maneira geral, a crescente interdependência entre os Estados, bem como o aumento na incidência de ameaças de caráter difuso, as chamadas Novas Ameaças, ensejam o incremento em relevância das funções de policiamento, fiscalização e aplicação da lei. Esperava-se a princípio encontrar, nos documentos analisados, indícios que confirmassem essa hipótese.

Contudo, ao longo da análise foi possível perceber que outros fatores também influenciam as funções das Marinhas desempenham e, portanto, constatou-se que esta percepção é apenas uma das possibilidades. Constatou-se ainda que a CSM não está necessariamente associada à Função de policiamento. Dentre os resultados alcançados, sugere-se tratar as Funções das Marinhas em conjunto com os Objetivos das Marinhas, de modo a deixar claro que as atividades desempenhadas pelas Marinhas são mais versáteis e flexíveis do que podem parecer à primeira vista. Essa mesma flexibilidade se aplica ao conceito de CSM.

Palavras-chave: Poder Marítimo. Funções das Marinhas. Consciência Situacional

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29
maio

A Importância da Tecnologia de Vigilância para a Estratégia Marítima Chinesa no Mar do Sul da China

A Importância da Tecnologia de Vigilância para a Estratégia Marítima Chinesa no Mar do Sul da China

Dissertação de Mestrado – Curso de Mestrado Profissional em Estudos Marítimos da Escola de Guerra Naval, como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Estudos Marítimos

Autora: Rita de Cássia Oliveira Feodrippe

RESUMO

Esta pesquisa possui o objetivo principal de explorar a importância da tecnologia de vigilância para a consolidação da estratégia marítima chinesa no Mar do Sul da China. Para isso, analisa-se tal estratégia a partir da perspectiva do poder marítimo chinês, no contexto de ascensão da China no sistema internacional. É necessário, também, compreender as dinâmicas de conflito na região marítima de interesse, que combina ameaças tradicionais e não tradicionais a segurança dos países costeiros. Adicionalmente, discutem-se os tipos de tecnologia enquadrados na função de vigilância que permitem a Pequim manter o controle sobre a área. A fim de entender as contribuições da tecnologia como ferramenta estratégica, o trabalho centra-se na análise de um contexto espacial e temporal especifico: o Mar do Sul da China durante os primeiros cinco anos de governo do presidente chinês, Xi Jinping (2013-2017).

A partir de revisão de literatura e coleta de dados, descreve-se o espaço marítimo escolhido como complexo devido as disputas territoriais e marítimas estatais que ocorrem nos seus arquipélagos. Ressalta-se a dimensão econômica desse espaço, devido a sua centralidade para as rotas de navegação mercante e aos recursos naturais dispostos no leito e subsolo marinhos, assim como em suas aguas sobrejacentes. Essa caracterização exige que a estratégia marítima chinesa contemple elementos de cooperação com outros Estados costeiros, ao mesmo tempo em que defende os interesses de segurança nacional de Pequim. Assim, os resultados da pesquisa apontam para o destaque das plataformas de sensoriamento remoto na implementação de uma estratégia marítima que tenta evitar a escalada de conflito na região, enquanto permite ao Estado chinês manter-se constantemente vigilante dos fenômenos e atores presentes na sua área de interesse. O uso de satélites de observação terrestre combina-se com radares instalados em ilhas ocupadas e capacidades aéreas e navais, permitindo a manutenção e a percepção da presença constante de Pequim. Nesse aspecto, a China se mostra disposta a defender soberanamente seus direitos e interesses marítimos, sem deixar de trabalhar pela segurança da navegação em cooperação com os Estados costeiros.

Palavras-chave: China. Estratégia. Tecnologia. Vigilância Marítima

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28
maio

Livro “Fundação Ezute na Era da Soberania”

Livro “FUNDAÇÃO EZUTE NA ERA DA SOBERANIA”

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2
maio

Fundação Ezute e Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí firmam acordo de cooperação em saneamento

Fundação Ezute e Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí firmam acordo de cooperação em saneamento

A Fundação Ezute e o Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí (CIMVI) firmaram um acordo de cooperação visando estabelecer a cooperação técnica para estruturação e desenvolvimento de estudos de modelagem para projetos de concessão ou parceria público privada (PPP) em saneamento nos Municípios de Benedito Novo, Doutor Pedrinho, Pomerode e Timbó. Para marcar o início dos trabalhos, foi realizada uma cerimônia no dia 8 de maio, na Prefeitura de Pomerode.

“O acordo de cooperação tem como objetivo o apoio ao CIMVI na estruturação dos projetos de concessão ou PPP dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos Municípios, individualmente ou em conjunto, segundo o que se mostrar mais viável ao longo dos estudos”, adianta o diretor de Inovação e Parcerias Público-Privadas da Ezute, Thomas Strasser. “O nosso trabalho envolverá o levantamento da situação dos municípios quanto à existência de ambiente técnico, jurídico e regulatório favoráveis à estruturação da concessão, ou PPP de saneamento e, uma vez vencida esta etapa inicial, passaremos à estruturação completa do projeto, incluindo os estudos técnicos, operacionais, econômico-financeiros e jurídicos, inclusive acompanhando as etapas de consulta pública, audiência pública, validação com órgãos de controle, principalmente o TCE/SC, e licitação”.

O projeto será custeado pelos recursos captados pela Ezute junto à iniciativa privada, em resposta ao edital publicado pela Fundação em 2018. Trata-se do primeiro acordo celebrado pela Ezute na Região Sul do Brasil com recursos deste edital. O projeto envolverá inicialmente 4 dos 14 municípios consorciados ao CIMVI, mas poderá ser expandido para os demais, mediante adesão à iniciativa.

O CIMVI constitui-se como um Consórcio Público de Direito Público, multifinalitário, que se destaca com a implementação pioneira no Brasil do Programa de Licenciamento Ambiental em parceria otimizada com os municípios aderentes e o serviço de Saneamento em Resíduos Sólidos, através da gestão e disposição final no aterro sanitário consorciado estabelecido no município de Timbó. Tudo começou há 20 Anos, quando em razão de problemas ambientais comuns, decorrentes de atividades próprias do crescimento econômico-social, os municípios de Benedito Novo, Doutor Pedrinho, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó, situados no Médio Vale do Itajaí, Estado de Santa Catarina, firmaram intenção de cooperação mútua e constituição de pessoa jurídica para a promover a gestão consorciada de atividades ligadas a recursos ambientais. Os 14 municípios que fazem parte da entidade são: Ascurra, Apiúna, Benedito Novo, Botuverá, Doutor Pedrinho, Guabiruba, Indaial, Ilhota, Luiz Alves, Massaranduba, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó.

No setor de Concessões e PPPs, a Fundação Ezute inovou ao propor em 2018 um modelo alternativo ao Procedimento de Manifestação de Interesse – PMI, para a estruturação dos projetos. No novo modelo, a Ezute assume, por meio de chamamentos públicos, a captação de recursos financeiros privados a título de doação com encargo, e estrutura os projetos, sem custos para a administração pública, através dos acordos de cooperação. Os potenciais doadores são organizações ou empresas com interesse em fomentar os setores abrangidos pelos editais. Já os beneficiários podem ser municípios, consórcios públicos ou órgãos estaduais.

O modelo da Ezute, que esteve no short list de indicados na categoria Ideia Mais Inovadora do Ano no PPP Awards 2018, promove o apoio ao poder público não apenas na estruturação do projeto, mas em todas as etapas do ciclo de vida dos empreendimentos, trazendo uma eficiência muito maior que a do PMI, processo muito empregado atualmente pelas prefeituras, por meio do qual as empresas privadas podem apoiar a gestão pública nos estudos de viabilidade. Geralmente, por envolverem diversas empresas, os PMIs acabam se tornando onerosos e, em muitos casos, envolvem interesses destoantes, informações assimétricas e ineficiências. Desta forma, a grande maioria dos projetos estruturados por PMI não prospera, por não atender plenamente à legislação vigente ou por apresentar deficiências técnicas ou econômico-financeiras na elaboração, não avançando para o estágio de licitação. Por estas razões, a cada 100 projetos estruturados por PMI no Brasil, apenas 6 se tornam contrato.

O CIMVI será o primeiro consórcio beneficiário do modelo inovador da Ezute, que garante total isenção ao longo da estruturação. Outros municípios devem adotar o mesmo modelo em breve: “o pioneirismo tem as suas dificuldades, mas com a celebração deste acordo de cooperação, tenho certeza de que outros municípios com os quais estabelecemos contato desde o ano passado ganharão confiança e também farão a adesão ao nosso modelo” comenta o executivo da Ezute.

Para dar mais transparência ao processo e facilitar a interlocução com as prefeituras, a Ezute celebrou um acordo com a FNP – Frente Nacional dos Prefeitos, em novembro passado. Além do setor de Saneamento, a Fundação Ezute já publicou editais de captação para os setores de Iluminação Pública e Resíduos Sólidos. Os editais podem ser acessados em http://ezute.org.br/editais/. Neste setor de concessões e PPPs, além de atuar na estruturação dos projetos, a Ezute também pode atuar como Verificador Independente dos contratos celebrados.

11
abr

Brasil começará a fabricar seu 1º míssil antinavio de superfície este ano

Brasil começará a fabricar seu 1º míssil antinavio de superfície este ano

Matéria do UOL traz fala do presidente da Fundação Ezute, Delfim Ossamu Miyamaru. Clique na imagem para ler.

11
abr

Fundação Ezute e Governo do Piauí firmam acordo de cooperação em saneamento

Fundação Ezute e Governo do Piauí firmam acordo de cooperação em saneamento

Assinatura aconteceu nesta quinta-feira (dia 11/4), em Teresina

A Fundação Ezute e a Superintendência de Parcerias e Concessões do Estado do Piauí (SUPARC) firmaram, no dia 11/4, um acordo visando estabelecer a cooperação técnica para estruturação e desenvolvimento de estudos de modelagem para o projeto de concessão ou parceria público privada (PPP) em saneamento no Município de Floriano, no interior do estado do Piauí.

“O acordo de cooperação tem como objetivo o apoio à SUPARC na estruturação do projeto de concessão ou PPP dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Floriano, quinto maior município do estado do Piauí, com quase 60 mil habitantes”, adianta o diretor de inovação e parcerias público-privadas da Ezute, Thomas Strasser.

O projeto é custeado pelos recursos captados pela Fundação junto à iniciativa privada, em resposta ao edital publicado pela Fundação Ezute em 2018. “O nosso trabalho envolverá o levantamento da situação do município de Floriano quanto à existência de ambiente técnico, jurídico e regulatório favoráveis à estruturação da concessão, ou PPP, de saneamento e, uma vez vencida esta etapa inicial, passaremos à estruturação completa do projeto, incluindo os estudos técnicos, operacionais, econômico-financeiros e jurídicos, inclusive acompanhando as etapas de consulta pública, audiência pública, validação com órgãos de controle e licitação”.

A SUPARC liderou o projeto de concessão dos serviços de saneamento da capital do Piauí, Teresina, que foi agraciado como o melhor projeto do ano de 2018 no evento “PPP Awards 2018”. A superintendente Viviane Bezerra pretende replicar o modelo de sucesso no interior do estado: “Já existe uma iniciativa na região do município de Picos, terceira maior cidade do estado, que será conduzida por meio de uma Manifestação de Interesse Privada, enquanto a região de Floriano será tratada no escopo do acordo de cooperação com a Ezute”. Viviane comenta que “depois de dois anos tentando atender às demandas de saneamento dos prefeitos do interior do estado por meio de blocos de municípios, sem sucesso, a ideia agora é que Picos e Floriano sejam líderes regionais das iniciativas e que os municípios nos seus entornos possam aderir aos projetos, com fluxos de caixa marginais que não impactem o fluxo de caixa do município líder”.

No setor de Concessões e PPPs, a Fundação Ezute inovou ao propor em 2018 um modelo alternativo ao Procedimento de Manifestação de Interesse – PMI, para a estruturação dos projetos. No novo modelo, a Ezute assume, por meio de chamamentos públicos, a captação de recursos financeiros privados a título de doação com encargo, e estrutura os projetos, sem custos para a administração pública, por meio de acordos de cooperação. Os potenciais doadores são organizações ou empresas com interesse em fomentar os setores abrangidos pelos editais. Já os beneficiários podem ser municípios, consórcios públicos ou órgãos estaduais.

O modelo da Ezute, que inclusive esteve no short list de indicados na categoria  “Ideia Mais Inovadora do Ano”, na mesma premiação de “PPPs” de 2018 na qual o projeto de Teresina foi agraciado, promove o apoio ao poder público não apenas na estruturação do projeto, mas em todas as etapas do ciclo de vida dos empreendimentos, trazendo uma eficiência muito maior que a do PMI, processo muito empregado atualmente pelas prefeituras, por meio do qual as empresas privadas podem apoiar a gestão pública nos estudos de viabilidade. Geralmente, por envolverem diversas empresas, os PMIs acabam se tornando onerosos e, em muitos casos, envolvem interesses destoantes, informações assimétricas e ineficiências. Desta forma, a grande maioria dos projetos estruturados por PMI não prospera, por não atender plenamente à legislação vigente ou por apresentar deficiências técnicas ou econômico-financeiras na elaboração, não avançando para o estágio de licitação. Por estas razões, a cada 100 projetos estruturados por PMI no Brasil, apenas seis se tornam contrato.

O Governo do Piauí será o primeiro beneficiário do modelo inovador da Ezute, que garante total isenção ao longo da estruturação. E outros governos devem adotar o mesmo modelo em breve: “o pioneirismo tem as suas dificuldades, mas com este primeiro acordo de cooperação celebrado, tenho certeza de que outros municípios com os quais estabelecemos contato desde o ano passado ganharão confiança e também farão a adesão ao nosso modelo” comenta o executivo da Ezute.

Para dar mais transparência ao processo e facilitar a interlocução com as prefeituras, a Ezute celebrou um acordo com a FNP – Frente Nacional dos Prefeitos, em novembro passado. Além do setor de Saneamento, a Fundação Ezute já publicou editais de captação para os setores de iluminação pública e resíduos sólidos. Os editais podem ser acessados em http://ezute.org.br/editais/. Neste setor de concessões e PPPs, além de atuar na estruturação dos projetos, a Ezute também pode atuar como Verificador Independente dos contratos celebrados.

 

Foto/Legenda:  Thomas Strasser (diretor de inovação e parcerias público-privadas da Fundação Ezute) e Viviane Bezerra (superintendente da SUPARC) assinam acordo de PPP em saneamento.

11
abr

Município catarinense terá assessoria da Fundação Ezute em projeto de PPP

Município catarinense terá assessoria da Fundação Ezute em projeto de PPP

Entidade assinou contrato com a Prefeitura de Timbó para viabilizar mais economia e eficiência na iluminação pública

A Fundação Ezute assinou, no dia 2/4, um contrato de assessoria técnica para estruturação do projeto de Parceria Público Privada (PPP) para implantação de um sistema de iluminação pública mais moderno e eficiente no município de Timbó (SC).

A Ezute vai apoiar a prefeitura na formulação, especificação e contratação, por meio de uma licitação, de uma

Foto: Sócrates Prado

concessionária privada para a implantação de sistema de iluminação pública mais moderna e eficiente. O projeto envolve o desenvolvimento institucional da Prefeitura de Timbó, com o diagnóstico da situação fiscal e regulatória do município, a capacitação da equipe da prefeitura, a estruturação do projeto, incluindo os estudos técnicos, operacionais, jurídicos e econômico-financeiros e o apoio nas etapas de consulta pública, audiência pública, validação do projeto com os órgãos de controle e processo licitatório. O prazo previsto para a execução é de oito meses. Os trabalhos já começaram e a expectativa do prefeito Jorge Krüger é que a PPP traga mais economia e eficiência, permitindo ao município catarinense ser uma das primeiras cidades do país a ter a iluminação pública totalmente de led.

O diretor de Inovação e Parcerias Público-Privadas da Ezute, Thomas Strasser, afirmou que a celebração do contrato atende à missão da Fundação de apoiar as organizações públicas a resolver os seus problemas mais complexos. “Vamos proporcionar o desenvolvimento institucional da Prefeitura de Timbó, apoiando a formulação e especificação da licitação, com total isenção e isonomia, para atrair a iniciativa privada que será responsável por realizar os investimentos que permitirão modernizar a iluminação pública do município”, disse Strasser.

Além deste contrato, segundo o diretor da Ezute, a  Fundação vem discutindo com o Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí – CIMVI, do qual Timbó faz parte, um Acordo de Cooperação para a estruturação de uma concessão de Esgotamento Sanitário nos municípios da região. Neste setor de saneamento, a Fundação assume a captação de recursos financeiros privados a título de doações com encargo e utiliza sua equipe técnica e consultores especializados para estruturar e desenvolver os estudos e modelagens para o projeto, sem custo para os municípios.

“No caso do setor de Saneamento, a estruturação do projeto será sustentada por essas doações e o valor do estudo será reembolsado à Fundação pela empresa que vencer a licitação, tenha ela sido ou não doadora, para que os recursos sejam utilizados em novos projetos em outros municípios”, afirma Strasser, ressaltando que este modelo é uma solução para a realidade do país, na qual apenas 6% dos projetos de concessão e PPPs estruturados por meio dos Procedimentos de Manifestação de Interesse – PMIs, são bem-sucedidos.

5
abr

Ezute lança livro sobre sua trajetória

Ezute lança livro sobre sua trajetória

Fundação realiza coquetel para autoridades na LAAD

A Fundação Ezute lançou, na última quarta-feira (dia 3), em seu estande na LAAD Defence & Security 2019, o livro “Fundação Ezute na Era da Soberania”, que conta a trajetória da organização em seus 22 anos de atividades.

Durante o lançamento da publicação, o presidente do Conselho de Administração da Fundação, Tarcísio Takashi Muta, contou sobre a criação da organização, em 1997, as mudanças de posicionamento desde então e os desafios que a Ezute enfrenta na atualidade.

“A Fundação foi criada para ser a integradora do projeto SIVAM – Sistema de Vigilância da Amazônia, e desde essa época tínhamos como modelo estruturas americanas como a Mitre Corporation, fundada em 1958, e a Rand Corporation, criada no pós-guerra em 1948, duas instituições sem fins lucrativos e parceiras do governo dos EUA na área de Defesa para o desenvolvimento de tecnologias”, explicou Takashi.

A Fundação nasceu espelhada nestes modelos e com três posicionamentos: desenvolvedora de tecnologias críticas; defensora da soberania brasileira; e impulsionadora da autonomia tecnológica nacional.

Em seu discurso, o conselheiro também mencionou a mudança da marca, de Fundação Atech para Fundação Ezute, em 2013. “A partir daí, passamos a nos posicionar como parceira do governo na idealização de projetos importantes e de interesse do estado brasileiro, alinhados com o modelo norte-americano da Mitre Corp.”.

 

Os convidados para o coquetel de lançamento do livro souberam, pela abordagem de Takashi, que a publicação cita também alguns desafios da atualidade. “Precisamos de uma legislação que reconheça uma entidade como a nossa, sem fins lucrativos e privada, como parceira do governo na formulação de soluções de interesse do estado. Podemos dar enorme contribuição ao governo discutindo em parceria o desenvolvimento de programas estratégicos”, defendeu o executivo.

 

3
abr

Conhecimento é o principal insumo da Ezute em projetos de Defesa

Conhecimento é o principal insumo da Ezute em projetos de Defesa

Soluções e serviços especializados para o segmento serão apresentados pela Fundação durante a LAAD 2019

A participação da Fundação Ezute na gestão técnica complementar de projetos de Defesa continua ativa. Durante a LAAD 2019 a equipe da Ezute apresenta sua ação integradora em projetos como do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP), que se encontra no final do desenvolvimento, bem como suas atividades de absorção e transferência de tecnologia em projetos como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).  No caso do MANSUP, o último protótipo será lançado em junho desse ano, quando então começará a fase de transformação do míssil em produto industrial, depois de dois testes já realizados pela Marinha do Brasil, em março ultimo e em novembro do ano passado..

“Nosso  principal insumo é o conhecimento para a concepção de soluções inovadoras e o desenvolvimento de programas de alto valor tecnológico”, afirma  o diretor-presidente da Ezute, engenheiro Delfim Ossamu Miyamaru. Durante a LAAD 2019, Delfim falará sobre a ampliação e diversificação das plataformas de serviços especializados prestados pela Fundação em projetos de engenharia e implantação de sistemas, e na execução de projetos de gestão.

É o caso do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) da Força Aérea Brasileira, que garantiu a conquista da independência tecnológica do país em seu sistema de tráfego aéreo; da assessoria técnica e de concepção prestada ao Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), da Marinha do Brasil; e da concepção preliminar do atual SISFRON, projeto estratégico do Exército Brasileiro.

18
mar

Fundação Ezute participará da LAAD

Fundação Ezute participará da LAAD

Organização apresentará durante o evento soluções e serviços especializados para o segmento de defesa e segurança

A Fundação Ezute participará de 02 a 05 de abril da LAAD Defense & Security 2019, no Rio Centro, no Rio de Janeiro. A organização, que utiliza Systems Engineering para resolver problemas complexos e desenvolver programas e projetos estratégicos focados em defesa, espaço, segurança pública, saúde, meio ambiente, mobilidade urbana e parcerias público-privadas (PPP), será expositora no evento e, no dia 03, às 15h30, reunirá convidados e a imprensa para um coquetel em seu estande, localizado no Pavilhão 2, espaço F40, para o lançamento do livro que registra a trajetória da Fundação Ezute em seus  22 anos de atividades.

A equipe da Ezute estará disponível durante o evento para apresentar aos visitantes seus principais projetos em Defesa, desde a sua criação enquanto organização integradora brasileira do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) da Força Aérea Brasileira, que garantiu a conquista da independência tecnológica do país em seu sistema de tráfego aéreo, além de sua participação em outros programas estratégicos, como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), o Programa de Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), da Marinha do Brasil, bem como a concepção preliminar do atual SISFRON, projeto estratégico do Exército Brasileiro para a proteção das fronteiras terrestres.

O novo diretor-presidente da Ezute, o engenheiro Delfim Ossamu Miyamaru, participará do evento e apresentará  a ampliação e diversificação das plataformas de serviços especializados prestados pela Fundação em projetos de engenharia de sistemas, implantação de sistemas e execução de projetos de gestão. “Nosso  principal insumo é o conhecimento para a concepção de soluções inovadoras e o desenvolvimento de projetos e programas de alto valor tecnológico”, afirma  Miyamaru.