2
maio

Fundação Ezute e Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí firmam acordo de cooperação em saneamento

Fundação Ezute e Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí firmam acordo de cooperação em saneamento

A Fundação Ezute e o Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí (CIMVI) firmaram um acordo de cooperação visando estabelecer a cooperação técnica para estruturação e desenvolvimento de estudos de modelagem para projetos de concessão ou parceria público privada (PPP) em saneamento nos Municípios de Benedito Novo, Doutor Pedrinho, Pomerode e Timbó. Para marcar o início dos trabalhos, foi realizada uma cerimônia no dia 8 de maio, na Prefeitura de Pomerode.

“O acordo de cooperação tem como objetivo o apoio ao CIMVI na estruturação dos projetos de concessão ou PPP dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos Municípios, individualmente ou em conjunto, segundo o que se mostrar mais viável ao longo dos estudos”, adianta o diretor de Inovação e Parcerias Público-Privadas da Ezute, Thomas Strasser. “O nosso trabalho envolverá o levantamento da situação dos municípios quanto à existência de ambiente técnico, jurídico e regulatório favoráveis à estruturação da concessão, ou PPP de saneamento e, uma vez vencida esta etapa inicial, passaremos à estruturação completa do projeto, incluindo os estudos técnicos, operacionais, econômico-financeiros e jurídicos, inclusive acompanhando as etapas de consulta pública, audiência pública, validação com órgãos de controle, principalmente o TCE/SC, e licitação”.

O projeto será custeado pelos recursos captados pela Ezute junto à iniciativa privada, em resposta ao edital publicado pela Fundação em 2018. Trata-se do primeiro acordo celebrado pela Ezute na Região Sul do Brasil com recursos deste edital. O projeto envolverá inicialmente 4 dos 14 municípios consorciados ao CIMVI, mas poderá ser expandido para os demais, mediante adesão à iniciativa.

O CIMVI constitui-se como um Consórcio Público de Direito Público, multifinalitário, que se destaca com a implementação pioneira no Brasil do Programa de Licenciamento Ambiental em parceria otimizada com os municípios aderentes e o serviço de Saneamento em Resíduos Sólidos, através da gestão e disposição final no aterro sanitário consorciado estabelecido no município de Timbó. Tudo começou há 20 Anos, quando em razão de problemas ambientais comuns, decorrentes de atividades próprias do crescimento econômico-social, os municípios de Benedito Novo, Doutor Pedrinho, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó, situados no Médio Vale do Itajaí, Estado de Santa Catarina, firmaram intenção de cooperação mútua e constituição de pessoa jurídica para a promover a gestão consorciada de atividades ligadas a recursos ambientais. Os 14 municípios que fazem parte da entidade são: Ascurra, Apiúna, Benedito Novo, Botuverá, Doutor Pedrinho, Guabiruba, Indaial, Ilhota, Luiz Alves, Massaranduba, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó.

No setor de Concessões e PPPs, a Fundação Ezute inovou ao propor em 2018 um modelo alternativo ao Procedimento de Manifestação de Interesse – PMI, para a estruturação dos projetos. No novo modelo, a Ezute assume, por meio de chamamentos públicos, a captação de recursos financeiros privados a título de doação com encargo, e estrutura os projetos, sem custos para a administração pública, através dos acordos de cooperação. Os potenciais doadores são organizações ou empresas com interesse em fomentar os setores abrangidos pelos editais. Já os beneficiários podem ser municípios, consórcios públicos ou órgãos estaduais.

O modelo da Ezute, que esteve no short list de indicados na categoria Ideia Mais Inovadora do Ano no PPP Awards 2018, promove o apoio ao poder público não apenas na estruturação do projeto, mas em todas as etapas do ciclo de vida dos empreendimentos, trazendo uma eficiência muito maior que a do PMI, processo muito empregado atualmente pelas prefeituras, por meio do qual as empresas privadas podem apoiar a gestão pública nos estudos de viabilidade. Geralmente, por envolverem diversas empresas, os PMIs acabam se tornando onerosos e, em muitos casos, envolvem interesses destoantes, informações assimétricas e ineficiências. Desta forma, a grande maioria dos projetos estruturados por PMI não prospera, por não atender plenamente à legislação vigente ou por apresentar deficiências técnicas ou econômico-financeiras na elaboração, não avançando para o estágio de licitação. Por estas razões, a cada 100 projetos estruturados por PMI no Brasil, apenas 6 se tornam contrato.

O CIMVI será o primeiro consórcio beneficiário do modelo inovador da Ezute, que garante total isenção ao longo da estruturação. Outros municípios devem adotar o mesmo modelo em breve: “o pioneirismo tem as suas dificuldades, mas com a celebração deste acordo de cooperação, tenho certeza de que outros municípios com os quais estabelecemos contato desde o ano passado ganharão confiança e também farão a adesão ao nosso modelo” comenta o executivo da Ezute.

Para dar mais transparência ao processo e facilitar a interlocução com as prefeituras, a Ezute celebrou um acordo com a FNP – Frente Nacional dos Prefeitos, em novembro passado. Além do setor de Saneamento, a Fundação Ezute já publicou editais de captação para os setores de Iluminação Pública e Resíduos Sólidos. Os editais podem ser acessados em http://ezute.org.br/editais/. Neste setor de concessões e PPPs, além de atuar na estruturação dos projetos, a Ezute também pode atuar como Verificador Independente dos contratos celebrados.

11
abr

Fundação Ezute e Governo do Piauí firmam acordo de cooperação em saneamento

Fundação Ezute e Governo do Piauí firmam acordo de cooperação em saneamento

Assinatura aconteceu nesta quinta-feira (dia 11/4), em Teresina

A Fundação Ezute e a Superintendência de Parcerias e Concessões do Estado do Piauí (SUPARC) firmaram, no dia 11/4, um acordo visando estabelecer a cooperação técnica para estruturação e desenvolvimento de estudos de modelagem para o projeto de concessão ou parceria público privada (PPP) em saneamento no Município de Floriano, no interior do estado do Piauí.

“O acordo de cooperação tem como objetivo o apoio à SUPARC na estruturação do projeto de concessão ou PPP dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Floriano, quinto maior município do estado do Piauí, com quase 60 mil habitantes”, adianta o diretor de inovação e parcerias público-privadas da Ezute, Thomas Strasser.

O projeto é custeado pelos recursos captados pela Fundação junto à iniciativa privada, em resposta ao edital publicado pela Fundação Ezute em 2018. “O nosso trabalho envolverá o levantamento da situação do município de Floriano quanto à existência de ambiente técnico, jurídico e regulatório favoráveis à estruturação da concessão, ou PPP, de saneamento e, uma vez vencida esta etapa inicial, passaremos à estruturação completa do projeto, incluindo os estudos técnicos, operacionais, econômico-financeiros e jurídicos, inclusive acompanhando as etapas de consulta pública, audiência pública, validação com órgãos de controle e licitação”.

A SUPARC liderou o projeto de concessão dos serviços de saneamento da capital do Piauí, Teresina, que foi agraciado como o melhor projeto do ano de 2018 no evento “PPP Awards 2018”. A superintendente Viviane Bezerra pretende replicar o modelo de sucesso no interior do estado: “Já existe uma iniciativa na região do município de Picos, terceira maior cidade do estado, que será conduzida por meio de uma Manifestação de Interesse Privada, enquanto a região de Floriano será tratada no escopo do acordo de cooperação com a Ezute”. Viviane comenta que “depois de dois anos tentando atender às demandas de saneamento dos prefeitos do interior do estado por meio de blocos de municípios, sem sucesso, a ideia agora é que Picos e Floriano sejam líderes regionais das iniciativas e que os municípios nos seus entornos possam aderir aos projetos, com fluxos de caixa marginais que não impactem o fluxo de caixa do município líder”.

No setor de Concessões e PPPs, a Fundação Ezute inovou ao propor em 2018 um modelo alternativo ao Procedimento de Manifestação de Interesse – PMI, para a estruturação dos projetos. No novo modelo, a Ezute assume, por meio de chamamentos públicos, a captação de recursos financeiros privados a título de doação com encargo, e estrutura os projetos, sem custos para a administração pública, por meio de acordos de cooperação. Os potenciais doadores são organizações ou empresas com interesse em fomentar os setores abrangidos pelos editais. Já os beneficiários podem ser municípios, consórcios públicos ou órgãos estaduais.

O modelo da Ezute, que inclusive esteve no short list de indicados na categoria  “Ideia Mais Inovadora do Ano”, na mesma premiação de “PPPs” de 2018 na qual o projeto de Teresina foi agraciado, promove o apoio ao poder público não apenas na estruturação do projeto, mas em todas as etapas do ciclo de vida dos empreendimentos, trazendo uma eficiência muito maior que a do PMI, processo muito empregado atualmente pelas prefeituras, por meio do qual as empresas privadas podem apoiar a gestão pública nos estudos de viabilidade. Geralmente, por envolverem diversas empresas, os PMIs acabam se tornando onerosos e, em muitos casos, envolvem interesses destoantes, informações assimétricas e ineficiências. Desta forma, a grande maioria dos projetos estruturados por PMI não prospera, por não atender plenamente à legislação vigente ou por apresentar deficiências técnicas ou econômico-financeiras na elaboração, não avançando para o estágio de licitação. Por estas razões, a cada 100 projetos estruturados por PMI no Brasil, apenas seis se tornam contrato.

O Governo do Piauí será o primeiro beneficiário do modelo inovador da Ezute, que garante total isenção ao longo da estruturação. E outros governos devem adotar o mesmo modelo em breve: “o pioneirismo tem as suas dificuldades, mas com este primeiro acordo de cooperação celebrado, tenho certeza de que outros municípios com os quais estabelecemos contato desde o ano passado ganharão confiança e também farão a adesão ao nosso modelo” comenta o executivo da Ezute.

Para dar mais transparência ao processo e facilitar a interlocução com as prefeituras, a Ezute celebrou um acordo com a FNP – Frente Nacional dos Prefeitos, em novembro passado. Além do setor de Saneamento, a Fundação Ezute já publicou editais de captação para os setores de iluminação pública e resíduos sólidos. Os editais podem ser acessados em http://ezute.org.br/editais/. Neste setor de concessões e PPPs, além de atuar na estruturação dos projetos, a Ezute também pode atuar como Verificador Independente dos contratos celebrados.

 

Foto/Legenda:  Thomas Strasser (diretor de inovação e parcerias público-privadas da Fundação Ezute) e Viviane Bezerra (superintendente da SUPARC) assinam acordo de PPP em saneamento.

11
abr

Município catarinense terá assessoria da Fundação Ezute em projeto de PPP

Município catarinense terá assessoria da Fundação Ezute em projeto de PPP

Entidade assinou contrato com a Prefeitura de Timbó para viabilizar mais economia e eficiência na iluminação pública

A Fundação Ezute assinou, no dia 2/4, um contrato de assessoria técnica para estruturação do projeto de Parceria Público Privada (PPP) para implantação de um sistema de iluminação pública mais moderno e eficiente no município de Timbó (SC).

A Ezute vai apoiar a prefeitura na formulação, especificação e contratação, por meio de uma licitação, de uma

Foto: Sócrates Prado

concessionária privada para a implantação de sistema de iluminação pública mais moderna e eficiente. O projeto envolve o desenvolvimento institucional da Prefeitura de Timbó, com o diagnóstico da situação fiscal e regulatória do município, a capacitação da equipe da prefeitura, a estruturação do projeto, incluindo os estudos técnicos, operacionais, jurídicos e econômico-financeiros e o apoio nas etapas de consulta pública, audiência pública, validação do projeto com os órgãos de controle e processo licitatório. O prazo previsto para a execução é de oito meses. Os trabalhos já começaram e a expectativa do prefeito Jorge Krüger é que a PPP traga mais economia e eficiência, permitindo ao município catarinense ser uma das primeiras cidades do país a ter a iluminação pública totalmente de led.

O diretor de Inovação e Parcerias Público-Privadas da Ezute, Thomas Strasser, afirmou que a celebração do contrato atende à missão da Fundação de apoiar as organizações públicas a resolver os seus problemas mais complexos. “Vamos proporcionar o desenvolvimento institucional da Prefeitura de Timbó, apoiando a formulação e especificação da licitação, com total isenção e isonomia, para atrair a iniciativa privada que será responsável por realizar os investimentos que permitirão modernizar a iluminação pública do município”, disse Strasser.

Além deste contrato, segundo o diretor da Ezute, a  Fundação vem discutindo com o Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí – CIMVI, do qual Timbó faz parte, um Acordo de Cooperação para a estruturação de uma concessão de Esgotamento Sanitário nos municípios da região. Neste setor de saneamento, a Fundação assume a captação de recursos financeiros privados a título de doações com encargo e utiliza sua equipe técnica e consultores especializados para estruturar e desenvolver os estudos e modelagens para o projeto, sem custo para os municípios.

“No caso do setor de Saneamento, a estruturação do projeto será sustentada por essas doações e o valor do estudo será reembolsado à Fundação pela empresa que vencer a licitação, tenha ela sido ou não doadora, para que os recursos sejam utilizados em novos projetos em outros municípios”, afirma Strasser, ressaltando que este modelo é uma solução para a realidade do país, na qual apenas 6% dos projetos de concessão e PPPs estruturados por meio dos Procedimentos de Manifestação de Interesse – PMIs, são bem-sucedidos.

5
abr

Ezute lança livro sobre sua trajetória

Ezute lança livro sobre sua trajetória

Fundação realiza coquetel para autoridades na LAAD

A Fundação Ezute lançou, na última quarta-feira (dia 3), em seu estande na LAAD Defence & Security 2019, o livro “Fundação Ezute na Era da Soberania”, que conta a trajetória da organização em seus 22 anos de atividades.

Durante o lançamento da publicação, o presidente do Conselho de Administração da Fundação, Tarcísio Takashi Muta, contou sobre a criação da organização, em 1997, as mudanças de posicionamento desde então e os desafios que a Ezute enfrenta na atualidade.

“A Fundação foi criada para ser a integradora do projeto SIVAM – Sistema de Vigilância da Amazônia, e desde essa época tínhamos como modelo estruturas americanas como a Mitre Corporation, fundada em 1958, e a Rand Corporation, criada no pós-guerra em 1948, duas instituições sem fins lucrativos e parceiras do governo dos EUA na área de Defesa para o desenvolvimento de tecnologias”, explicou Takashi.

A Fundação nasceu espelhada nestes modelos e com três posicionamentos: desenvolvedora de tecnologias críticas; defensora da soberania brasileira; e impulsionadora da autonomia tecnológica nacional.

Em seu discurso, o conselheiro também mencionou a mudança da marca, de Fundação Atech para Fundação Ezute, em 2013. “A partir daí, passamos a nos posicionar como parceira do governo na idealização de projetos importantes e de interesse do estado brasileiro, alinhados com o modelo norte-americano da Mitre Corp.”.

 

Os convidados para o coquetel de lançamento do livro souberam, pela abordagem de Takashi, que a publicação cita também alguns desafios da atualidade. “Precisamos de uma legislação que reconheça uma entidade como a nossa, sem fins lucrativos e privada, como parceira do governo na formulação de soluções de interesse do estado. Podemos dar enorme contribuição ao governo discutindo em parceria o desenvolvimento de programas estratégicos”, defendeu o executivo.

 

3
abr

Conhecimento é o principal insumo da Ezute em projetos de Defesa

Conhecimento é o principal insumo da Ezute em projetos de Defesa

Soluções e serviços especializados para o segmento serão apresentados pela Fundação durante a LAAD 2019

A participação da Fundação Ezute na gestão técnica complementar de projetos de Defesa continua ativa. Durante a LAAD 2019 a equipe da Ezute apresenta sua ação integradora em projetos como do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP), que se encontra no final do desenvolvimento, bem como suas atividades de absorção e transferência de tecnologia em projetos como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).  No caso do MANSUP, o último protótipo será lançado em junho desse ano, quando então começará a fase de transformação do míssil em produto industrial, depois de dois testes já realizados pela Marinha do Brasil, em março ultimo e em novembro do ano passado..

“Nosso  principal insumo é o conhecimento para a concepção de soluções inovadoras e o desenvolvimento de programas de alto valor tecnológico”, afirma  o diretor-presidente da Ezute, engenheiro Delfim Ossamu Miyamaru. Durante a LAAD 2019, Delfim falará sobre a ampliação e diversificação das plataformas de serviços especializados prestados pela Fundação em projetos de engenharia e implantação de sistemas, e na execução de projetos de gestão.

É o caso do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) da Força Aérea Brasileira, que garantiu a conquista da independência tecnológica do país em seu sistema de tráfego aéreo; da assessoria técnica e de concepção prestada ao Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), da Marinha do Brasil; e da concepção preliminar do atual SISFRON, projeto estratégico do Exército Brasileiro.

18
mar

Fundação Ezute participará da LAAD

Fundação Ezute participará da LAAD

Organização apresentará durante o evento soluções e serviços especializados para o segmento de defesa e segurança

A Fundação Ezute participará de 02 a 05 de abril da LAAD Defense & Security 2019, no Rio Centro, no Rio de Janeiro. A organização, que utiliza Systems Engineering para resolver problemas complexos e desenvolver programas e projetos estratégicos focados em defesa, espaço, segurança pública, saúde, meio ambiente, mobilidade urbana e parcerias público-privadas (PPP), será expositora no evento e, no dia 03, às 15h30, reunirá convidados e a imprensa para um coquetel em seu estande, localizado no Pavilhão 2, espaço F40, para o lançamento do livro que registra a trajetória da Fundação Ezute em seus  22 anos de atividades.

A equipe da Ezute estará disponível durante o evento para apresentar aos visitantes seus principais projetos em Defesa, desde a sua criação enquanto organização integradora brasileira do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) da Força Aérea Brasileira, que garantiu a conquista da independência tecnológica do país em seu sistema de tráfego aéreo, além de sua participação em outros programas estratégicos, como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), o Programa de Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), da Marinha do Brasil, bem como a concepção preliminar do atual SISFRON, projeto estratégico do Exército Brasileiro para a proteção das fronteiras terrestres.

O novo diretor-presidente da Ezute, o engenheiro Delfim Ossamu Miyamaru, participará do evento e apresentará  a ampliação e diversificação das plataformas de serviços especializados prestados pela Fundação em projetos de engenharia de sistemas, implantação de sistemas e execução de projetos de gestão. “Nosso  principal insumo é o conhecimento para a concepção de soluções inovadoras e o desenvolvimento de projetos e programas de alto valor tecnológico”, afirma  Miyamaru.

12
mar

Delfim Ossamu Miyamaru é o novo diretor-presidente da Ezute

Delfim Ossamu Miyamaru é o novo diretor-presidente da Ezute

Executivo foi um dos instituidores da Fundação criada em 1997 para contribuir com a transformação das organizações brasileiras, especialmente as públicas

O executivo Delfim Ossamu Miyamaru foi anunciado nesta segunda-feira (11), em São Paulo, como novo diretor-presidente da Fundação Ezute, organização privada sem fins lucrativos que há mais de 20 anos desenvolve programas e projetos nas áreas de defesa, saúde, educação, meio ambiente, segurança pública, mobilidade urbana e parcerias público-privadas, e desempenha o papel de honest broker, atuando como mediadora isenta e livre de conflitos de interesse em iniciativas que envolvem governo, empresa, academia e sociedade.

Delfim foi um dos instituidores da Fundação, criada em 1997 com o objetivo de implementar para o governo federal a integração do projeto brasileiro de vigilância da Amazônia (Sivam/Sipam), e que desde então tem sido responsável pela transformação das organizações brasileiras, especialmente as públicas, melhorando sua efetividade por meio de serviços de formulação, planejamento e gestão de projetos complexos, e de geração de conhecimento.

Formado em 1981 pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) em engenharia eletrônica, o novo diretor-presidente da Ezute tem mais de 30 anos de atuação na aplicação de tecnologias e conhecimento para o desenvolvimento de soluções, integração e implantação de sistemas de comando e controle e apoio à tomada de decisão, com ênfase no segmento de gerenciamento e controle do espaço aéreo. Na Fundação Ezute, Delfim atuou por 12 anos como Diretor Adjunto, Diretor de Gestão Operacional, Membro do Conselho de Administração e líder de diversas áreas.

“Retorno a Fundação Ezute com a missão de fortalecer a sua atuação, ampliando e diversificando as plataformas de serviços especializados prestados pela Fundação que foram estruturados ao longo de mais de 20 anos de execução de projetos de engenharia de sistemas, implantação de sistemas e gestão de projetos”, afirmou Delfim.

Segundo o novo diretor-presidente, “o fato de ter como principal insumo o conhecimento para a concepção de soluções inovadoras e o desenvolvimento de projetos e programas de alto valor tecnológico foram os motivadores para que eu retornasse à Fundação Ezute”.

Com o retorno de Delfim, o executivo Tarcísio Takashi Muta deixa a presidência da Ezute e volta a presidir o Conselho de Administração da Fundação.

4
fev

Ezute lamenta perda do Tenente-Brigadeiro do Ar Marcos Antonio de Oliveira

Ezute lamenta perda do Tenente-Brigadeiro do Ar Marcos Antonio de Oliveira

O estimado militar ajudou a viabilizar a criação da Fundação e sempre valorizou o capital humano

A Fundação Ezute lamenta comunicar o falecimento do estimado Tenente-Brigadeiro do Ar da Força Aérea Brasileira, Marcos Antonio de Oliveira, ocorrido no último dia 29 de janeiro, no Hospital das Forças Armadas, em Brasília.

O Tenente-Brigadeiro Marcos Antonio de Oliveira ocupou cargos importantes como Comandante do Grupo Especial de Inspeção em Voo, Chefe do Curso de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, Vice-Chefe do Gabinete do Ministro da Aeronáutica, Diretor do Departamento de Programas Especiais da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Como oficial-general exerceu cargos como Presidente da Comissão de Desenvolvimento do Projeto e da Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (CISCEA), Presidente da Comissão para Coordenação do Projeto do Sistema de Vigilância da Amazônia (CCSIVAM), Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil e Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

O “Brigadeiro Oliveira” teve papel decisivo na criação da Fundação, em 1997, quando era o responsável pelo Projeto SIVAM. No âmbito da alta administração expôs a necessidade do Brasil ter uma entidade integradora, exclusivamente brasileira. Na condução dessa estratégia, juntamente com o Eng Tarcísio Takashi Muta, viabilizaram junto à Presidência da República o modelo fundacional para a integradora do SIVAM.

Nascia assim a Fundação Atech, hoje Fundação Ezute. Era condição do contrato a absorção de conhecimentos no estrangeiro de forma que técnicos da integradora brasileira se capacitassem no desenvolvimento dos projetos para manter e fazer evoluir o que seria implantado no Brasil com participação estrangeira.

Este princípio fortaleceu e consolidou a Fundação como entidade de conhecimentos, marca que a permitiu participar de novos projetos de elevado alcance tecnológico. São exemplos desta edificante escalada estratégica a consolidação do domínio da tecnologia de controle de trafego aéreo e defesa aérea, participação no Projeto P-3 na Espanha em parceria com a FAB e outros projetos para a Marinha do Brasil. Vale destacar a Gestão Complementar do Desenvolvimento do Míssil Ar-Superfície (MANSUP) e o desenvolvimento propriamente dito dos sistemas de combate dos Submarinos (PROSUB) em suas etapas na França e no Brasil.

Exigente, destemido e comprometido com o conhecimento, o “Brigadeiro Oliveira” primou pela transparência e a qualidade dos projetos. Raro administrador público! Dele sempre escutávamos: “Qual a metodologia? Como será guardado o conhecimento no âmbito da organização para ser posteriormente usado pelos técnicos, servidores do Estado ou pelas entidades contratadas? Está tudo escrito”? Sua gestão foi exemplo de pensamento elevado e de foco na cidadania!

Mesmo após sua passagem para a reserva, foi um incentivador de diversos projetos e consultorias que a Fundação participou. Tinha especial zelo com o capital humano e dizia ser este o maior ativo da Fundação. Seu legado de probidade e de bons conselhos foi sempre percebido e aprimorado pela nossa direção. Por ter tido a gênesis no conhecimento e no Projeto SIVAM, após os 22 anos de trabalhos bem executados, a Fundação, há muito é vista pelo mercado como uma entidade única que “entrega produtos raros” e que gera oportunidades singulares para técnicos que aceitam desafios e se permitem participar de programas e projetos diferenciados.

Assim a Fundação Ezute e seus colaboradores ensejam nesta mensagem a gratidão, o reconhecimento e o sentimento de profundo pesar pela passagem do ”Brigadeiro Oliveira”. Ele faz parte da nossa história e o legado por ele deixado estará sempre presente em cada parceria e em cada conhecimento expresso.

22
jan

Envolvimento da Fundação Ezute nos projetos do segmento de Defesa segue a todo vapor em 2019

Envolvimento da Fundação Ezute nos projetos do segmento de Defesa segue a todo vapor em 2019

Organização participa do MANSUP e do PROSUB e pode ser parceira no projeto das corvetas classe “Tamandaré”

 

Andrea Hemerly, diretora para o Mercado de Defesa e Espaço da Fundação Ezute

 

A Fundação Ezute iniciou o ano de 2019 participando ativamente da série de projetos no segmento de Defesa em que está envolvida. Além de desempenhar o papel de organização brasileira responsável pela absorção e manutenção de tecnologia e conhecimento relacionados ao sistema de combate dos submarinos convencionais e de propulsão nuclear do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) da Marinha do Brasil, a Ezute executa o projeto de gestão integrada que articula e supervisiona o processo de desenvolvimento de um Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP) e, na sua condição de honest broker, articuladora isenta capaz de atender aos requisitos da Marinha dentro das propostas das empresas participantes, poderá ser responsável também pela atividade de transferência de tecnologia do projeto de fabricação das corvetas classe “Tamandaré”.

“No projeto das corvetas classe ‘Tamandaré’, a Ezute se propõe a atuar no sentido de garantir o conhecimento local nas adaptações dos sistemas de missão crítica, para que os mesmos sejam aderentes aos requisitos da Marinha”, diz Andrea Hemerly, diretora de mercado de Defesa e Espaço da Ezute. Ela resalta a expertise da Fundação em sistemas de missão crítica, como no papel que a Ezute desempenhou e ainda desempenha no PROSUB. “A Ezute oferece uma contribuição fundamental ao projeto das corvetas, com sua experiência comprovada em processos de transferência de tecnologia e de conhecimento, e na realização de testes de aceitação, integração a bordo, e  em todo o ciclo de vida do sistema”, diz a diretora.

Depois de ter sido convidada para atuar como parceira por cinco dos nove consórcios internacionais que responderam ao RFP (Request For Proposal) na primeira fase da concorrência, a Fundação integra agora duas das quatro propostas da short list divulgada no final do ano passado pela Marinha: o “FLV” (Ficantieri S.p.A, Leonardo S.p.A e Vard Promar S.A., Fundação Ezute e Ares Aeroespacial e Defesa S.A, que possuem sociedade no estaleiro de Suape – PE) e “Águas Azuis” (Atech Negócios em Tecnologias S.A, Embraer S.A e ThyssenKrupp Marine Systems GmbH, ARES Aeroespacial e Defesa S.A, Fundação Ezute, Oceana Estaleiro S.A, Ominisys Engenharia Ltda, SKM Eletro Eletrônica Ltda e WEG equipamentos elétricos S.A).

No PROSUB, Andrea Hemerly destaca que “a transferência de tecnologia e de conhecimento para a Ezute prevê execução progressiva do trabalho, juntamente com a Marinha, para que o Brasil obtenha autonomia em engenharia e integração de sistemas de combate, bem como no software do Sistema de Gerenciamento de Combate (Combat Management System – CMS), permitindo autonomia nacional na manutenção e evolução em longo prazo”.

Com relação ao MANSUP, que se encontra no final do desenvolvimento, já foi realizado pela Marinha do Brasil, em novembro, o lançamento do primeiro protótipo com pleno êxito. Os demais protótipos serão lançados no 1º e no 2º trimestres de 2019, quando então começará a fase de transformação do míssil em produto industrial.

18
dez

Ezute fecha novo contrato com o DAEE

Ezute fecha novo contrato com o DAEE

Fundação fará análise, concepção e desenvolvimento de um sistema de fiscalização vinculado ao atual Sistema de Outorga Eletrônica, em operação desde fevereiro deste ano

A Fundação Ezute assinou um novo contrato com o DAEE, Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, para fazer a análise, concepção e desenvolvimento de um Sistema de Fiscalização, dando continuidade ao projeto anterior de implantação de um Sistema de Outorga Eletrônica, que simplificou e automatizou os procedimentos de outorga de direito de uso sobre os recursos hídricos no estado, contribuindo assim para a modernização e eficiência da gestão pública no setor.

“Essa nova etapa do projeto é uma evolução da solução anterior, que havia sido desenvolvida pela própria Fundação Ezute durante o período de 2015-2016, com a implantação bem-sucedida do Sistema de Outorga Eletrônica, que desde o ano passado desburocratizou o processo de obtenção da outorga”, lembra Nathan Facundes Santos, gerente responsável pelo novo projeto na Ezute.

O contrato, com duração prevista de 12 meses, tem como foco fortalecer as ações de desburocratização do processo de outorga, desenvolver uma nova ferramenta sistêmica para suportar o processo de fiscalização, e integrar ainda mais os processos operacionais sobre uma plataforma de gestão dos recursos hídricos, que possui como usuário final os técnicos e analistas das oito Diretorias de Bacia do DAEE. O Sistema de Fiscalização é financiado pela FEHIDRO que aprovou o projeto no escopo, prazo e custos de acordo com diretrizes estabelecidos pelo DAEE junto ao CORHI – Comitê Coordenador do Plano Estadual de Recursos Hídricos.

Para Nathan, a implantação bem-sucedida do Sistema de Outorga Eletrônica trouxe à luz uma série de oportunidades para o processo global da outorga. Entre as vantagens, considerando que a desburocratização envolveu ações voltadas à flexibilização de exigências técnicas e administrativas, “a fiscalização deve se voltar nesse momento para a verificação da veracidade dos dados apresentados na outorga, em uma ordem hierárquica de prioridade, onde serão fiscalizados primeiramente os usuários de recursos hídricos que trazem mais impactos no contexto dos recursos hídricos nas bacias hidrográficas”.

Nessa nova etapa há a necessidade de fortalecer as ferramentas de fiscalização, processo integrado ao Sistema de Outorga e aderente ao novo processo operacional desenhado pelo DAEE. “Em função da forte integração do sistema de fiscalização com o Sistema de Outorga Eletrônica, será necessária a inclusão de novas funcionalidades neste último, de modo a acomodar a integração requerida pelas Diretorias de Bacia, usuárias finais de ambos os sistemas”, ressalta.

Com o sistema de fiscalização, a Ezute contribuirá para compatibilizar os anseios dos usuários e as responsabilidades do poder público em relação à outorga de direito de uso. O diferencial da Fundação Ezute está em buscar a melhor solução sistêmica para o problema apresentado.

Hoje, a Política Nacional de Recursos Hídricos estabelece 5 (cinco) instrumentos de gestão dos recursos hídricos: Outorga de Direito de Uso, Sistemas de Informações, Planos de Bacia, Enquadramento dos corpos hídricos e a Cobrança pelo Uso da Água. “A Fundação vem atuando nos cinco instrumentos e, em função do conhecimento acumulado, tem como responsabilidade oferecer a melhor opção sistêmica e de integração para a operacionalização dos instrumentos, em benefício dos usuários e do DAEE”.

O sistema já possibilita atualmente que qualquer pessoa que precise utilizar ou intervir sobre um recurso hídrico no Estado de São Paulo envie seu requerimento pela Internet para a análise do DAEE. Esse pedido é direcionado por georreferenciamento para a diretoria competente e, por meio de um workflow eletrônico, analisado e encaminhado para a publicação no Diário Oficial, com envio de resposta ao solicitante. O sistema já conta com mais de 6.500 usuários cadastrados, o tempo de tramitação das solicitações foi reduzido de 120 para 30 dias e já foram emitidas mais de 8.500 outorgas desde a implantação.

Vale lembrar que o projeto da Fundação Ezute para o Sistema de Outorga Eletrônica de São Paulo é o primeiro no Brasil com essa abrangência e automatização, envolvendo desde o processo de submissão do requerimento até a resposta final, passando pela análise técnica do órgão gestor.