De que forma estamos tratando o mundo onde vivemos?  

Fundação Ezute promove o desenvolvimento sustentável por meio da valorização de ações de desburocratização; de governança e respeito ao meio ambiente

A Fundação Ezute, desde a sua criação, atua de forma ativa na concepção, modelagem e desenvolvimento de projetos voltados ao meio ambiente e contribui com soluções tecnológicas que apoiam o ente público na gestão e na tomada de decisão, reduzindo a ‘distância’ entre a sociedade e os mecanismos de gestão ambiental.

A Ezute entende que os órgãos públicos têm uma carência para encontrar esse equilíbrio necessário entre a natureza e o desenvolvimento socioeconômico, ou seja, essa sustentabilidade que a sociedade precisa e exige.

“Esse equilíbrio passa por controles, por outorgas e licenças e, muitas vezes, quando esses processos são manuais e burocráticos, as ações demoram para acontecer. Os órgãos estão buscando evolução e a Fundação contribui, por exemplo, na automatização dos processos, dando celeridade e transparência aos mesmos”, explica Nathan Facundes Santos, Gerente de Projetos

Segundo Nathan, atualmente, existem instrumentos de gestão fortes e abrangentes, que fundamentam esse trabalho, mas que nem sempre são de conhecimento da população. O trabalho desenvolvido pela Ezute ‘traduz’ a complexidade e favorece a aplicação dos instrumentos de gestão pelas empresas e órgãos públicos, tal como estabelece a Política Nacional de Meio Ambiente; a Política Nacional de Recursos Hídricos e a Legislação de Crimes Ambientais, que é uma das mais completas do mundo.

O sistemas de gestão ambiental das empresas existe basicamente, por duas razões, de acordo com o especialista da Ezute: pela necessidade de controlar e dar visibilidade às ações internas e externas relacionadas ao meio ambiente; e pela valorização gradual dada pela sociedade às empresas que têm o pilar da  sustentabilidade ambiental nos seus processos de governança corporativa, ou seja, a necessidade de se mostrar sempre aderente aos processos ambientais, cumprindo todas as diretrizes. Isso significa que a empresas respeitam o meio ambiente por meio do equilíbrio entre aquilo que ela faz e o que a sociedade requer.

Mas nem sempre os órgãos públicos conseguem identificar e garantir a ocupação irregular de uma área de manancial; a perfuração sem outorga de um poço; o desmatamento na Amazônia Legal; o lançamento de um material detergente em córregos. E é aí que entra o trabalho da Fundação Ezute.

“O órgão público precisa de apoio para entender as demandas, cumprir as suas políticas e fazer o que for melhor para a sociedade e é isso que Ezute oferece. Nós somos o elo entre as partes. Mostramos, muitas vezes, o quão burocráticos são os processos e provocamos, inclusive, mudanças em legislações, ajudando os órgãos a identificarem que isso é necessário. E o resultado é o benefício para o usuário final e para a sociedade”, diz Nathan.

 A Fundação Ezute promove o desenvolvimento sustentável por meio da valorização de ações de desburocratização; de governança e respeito ao meio ambiente, aproximando a sociedade civil do ente público e dos instrumentos de gestão preconizados pela legislação ambiental.